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terça-feira, 24 de outubro de 2017

A Matemática está em tudo!

24.10.2017


Evento divulga a importância da Matemática no conjunto da vida cotidiana através da palestra do Prof. José Carlos Júnior.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Aberto edital de auxílio financeiro para estudantes que participarão do V Encontro de Cultura

14.092017

Elini Oliveira

Estudantes dos Câmpus de Araguaína, Arraias, Gurupi, Porto Nacional e Tocantinópolis que estejam interessados em participar do V Encontro de Cultura da Região Norte,  que acontece de 09 a 12 de outubro - pela primeira vez na UFT - e que não possuam recursos financeiros para vir a Palmas (local do evento), terão agora a oportunidade de se inscrever no Edital de Auxílio Financeiro, lançado nesta quinta-feira (14) pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão (Proex). De acordo com o documento, os interessados podem se inscrever até o dia 22 de setembro. Para isso, o aluno deverá encaminhar os documentos solicitados e enviar para o endereço de e-mail cultura@uft.edu.br.

Segundo a diretora de Cultura, Sandra Rodrigues,  a seleção priorizará a contemplação de estudantes que apresentarão trabalhos no evento, seja por meio de comunicação ou apresentações artístico-culturais, por envolvimento em projetos de extensão e cultura ou mesmo tenham experiência comprovada em cerimonial. "Este edital é um incentivo para que nossos extensionistas e pesquisadores possam cada vez mais vir a desenvolver trabalhos na área de cultura dentro da instituição", ressalta. Ainda de acordo com ela, os alunos que não estejam envolvidos em projetos de cultura também podem se inscrever, mas não serão prioridade, nesse caso. 

Sandra alerta que para participar da seleção o estudante precisa também estar devidamente  inscrito  nos  eventos, quais sejam, o II  Fórum  de  Cultura  da  UFT  e  o V  Encontro  de Cultura  da Região  Norte. A  inscrição pode ser  feita neste aqui.


Sobre o encontro de Culturas

O Encontro de Cultura foi sediado pela primeira vez na Universidade Federal de Roraima (UFRR). No ano seguinte, pela Universidade Federal do Acre (UFAC). Em 2015 na Universidade Federal de Rondônia (UNIR)  e, em sua última edição, na Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa). O evento tem como objetivo apresentar à comunidade o resultado das políticas culturais das universidades públicas da região Norte, estimular o protagonismo estudantil na área cultural, promover as discussões sobre a implementação das políticas culturais previstas no Plano Nacional de Cultura, discutir o acesso à arte e à cultura na região e estimular a discussão sobre a gestão pública da cultura.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Obra de Machado de Assis será tema de encontro do projeto “Além da Leitura”

22.06.2017

Erica Regina Ferreira

Machado de Assis em 1905 (Pintura de Henrique Bernardelli - Domínio Público)

Nesta sexta-feira (23), será realizado na Unidade Cimba do Câmpus de Araguaína mais um encontro do projeto de extensão “Além da Leitura”, idealizado por acadêmicos do curso de Letras, e coordenado pelos professores Eliana Testa e João de Deus Leite. O grupo vai se reunir para diálogo às 17h30, seguindo até às 19h, no auditório I, do Bala I. Este mês, as obras escolhidas são de Machado de Assis, em comemoração ao seu aniversário de 178 anos. Acadêmicos e servidores interessados podem participar como ouvintes.

O projeto consiste em mobilizar a leitura de obras da literatura brasileira e portuguesa, para posteriormente a isso, ocorrerem os “encontros-debate”, nos quais, alunos e convidados irão compartilhar as observações sobre as obras lidas, e fomentar diferentes diálogos e interlocuções sobre cada tema abordado. Além disso, o grupo também se dedica a convidar professores, e pesquisadores na área de literatura e afins para participarem dos momentos de debate. A intenção é levar um convidado diferente em cada encontro.

A professora Eliana Testa, ressalta a relevância do projeto nos dias de hoje, em que a situação no país é de crise. “Além de buscarmos efetivar as práticas de leitura e escrita, estamos possibilitando diferentes compartilhamentos e modos de resistência, e isso é de extrema importância nos dias de hoje em que o momento é de crise. Como nos lembra Michèle Petit, ‘a arte de ler é uma forma de resistir à adversidade’. Acredito que este projeto também contribui para um aprofundamento e uma reconstrução da vida psíquica”, declara.

A partir das discussões e diálogos fomentados nos encontros-debate, os alunos alimentam um blogue. Três encontros já foram realizados e acontecem a cada 20 dias. O projeto terá duração de um ano, e as obras são escolhidas pelos próprios alunos a cada encontro.



Parte da equipe do projeto Além da Leitura no encontro do dia 9 de junho. (Foto: Eliana Testa)

Projeto visa a difusão da arte do grafite no Câmpus de Araguaína

22.06.2017

Caroline Falcão

Difundir a arte do grafite dentro do Câmpus de Araguaína da Universidade Federal do Tocantins (UFT) é o objetivo do “Projeto Grafite: arte democrática”. Como parte do projeto, ocorre entre os dias 28 de junho a 1º de julho, oficinas (de stencil e grafite), workshops e exposições de arte para a comunidade acadêmica e sociedade em geral.


De acordo com a coordenadora do projeto e professora Lia Testa, a ideia é construir de modo colaborativo e coletivo um câmpus universitário mais artístico, vivo, humano e dinâmico. “A intenção do projeto é reunir diferentes saberes, sensibilidades e olhares, além de ser um grande incentivo à cultura local e regional, possibilitando a apresentação da produção dos artistas urbanos e
Graffiti_Araguaína.jpg (Foto: carolinefalcao)          grafiteiros da cidade de Araguaína”, destaca.

Lia explica que o projeto surgiu como uma necessidade de ter mais arte no Câmpus de Araguaína, pois em outros câmpus da UFT já tem a arte do grafite, como em Miracema (foto abaixo) e Porto Nacional. “Com isso pretendemos incentivar e estimular a criatividade da comunidade acadêmica, despertando nos alunos outro olhar mais sensível e estético”, acrescenta.


Pintura Grafite no Câmpus de Miracema. Foto Rodrigo Mamedio

"Acredito que este projeto engendrará uma nova paisagem, sujeita a afetar as pessoas de outros modos. Creio que as obras-grafite possam significar também um tipo de "museu" a céu aberto," finaliza Lia.


Atividades

Entre os dias 28 de junho a 1º de julho, ocorrerão às oficinas (de stencil e grafite), workshops e exposições de arte para a comunidade acadêmica e sociedade em geral. As atividades são gratuitas e direcionadas a todos interessados, já a exposição será aberta ao público em geral.

Dias: 28 e 29/06 

Workshop 1 (09h30)
“Vídeo”–palestra: “Grafite: arte democrática” (2 horas de duração), com os artistas-grafiteiros Rodrigo Mello e Fernando Amorim.

Workshop 2 (11h30)
Palestra: “Grafite: arte marginal”, com artista Rodrigo Mello.

Oficina (12h30)
“Produção coletiva de grafite”, com os artistas-grafiteiros Fernando Amorim e Rodrigo Mello.
Local: Sala G5 (Bloco G, Câmpus Cimba UFT/Araguaína).


Dias: 30/06 e 1º/07

Oficina 1 (14h30)
“Arte urbana”, com o artista-grafiteiro Pedro Tarlley.

Oficina 2 (15h30)
“Produção coletiva de Grafite”, com o artista-grafiteiro Pedro Tarlley.
Local: em frente ao Bala I.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Grafite: arte democrática

13.06.2017
Projeto Grafite: arte democrática

visa a difusão da arte do Grafite, na Universidade Federal do Tocantins (UFT), Câmpus de Araguaína, Unidade CIMBA


O foco é construir um campus universitário mais artístico, vivo, humano e dinâmico. Além de tentar reunir diferentes saberes, sensibilidades e olhares, este projeto representa também um grande incentivo à cultura local/regional, possibilitando a apresentação da produção dos artistas urbanos e grafiteiros da cidade de Araguaína. Destacamos ainda que o projeto contará com Oficinas de Stencil e Grafite, Workshops e Exposições de Arte. 


PÚBLICO ALVO
Comunidade acadêmica e sociedade em geral


CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES

Dias 28 e 29 de junho

Workshop 1 (9h30) – vídeo – palestra: Grafite: arte democrática (2 horas de duração), com os
artistas-grafiteiros Rodrigo Mello e Fernando Amorim

Workshop 2 (11h30) – palestra: Grafite: arte marginal, com artista Rodrigo Mello

Oficina (12h30) - Produção coletiva de grafite, com os artistas-grafiteiros
Fernando Amorim e Rodrigo Mello


Dias 30 de junho e 1º de julho

Oficina 1 (14h30): Arte urbana, com o artista-grafiteiro Pedro Tarlley

Oficina 2 (15h30): Produção coletiva de Grafite, com o artista-grafiteiro Pedro Tarlley


Promoção
Direção do Câmpus de Araguaína - Unidade CIMBA
Responsável: Profª Eliane Testa (Colegiado de Letras)

quinta-feira, 27 de abril de 2017

5ª Tropeada de Muladeiros do Norte do Tocantins

27.04.2017


Caroline Peixoto (Cenário Rural)*

Hoje, 5º dia de viagem, os tropeiros chegam a 130 km em cima do lombo de seus muares. Nesse momento cada participante lembra de suas famílias, negócios, responsabilidades, tarefas, deixados por um momento de lado, para firmação do compromisso de uma tradição passada de geração à geração com muita fé e amor.

Os muares, animais de grande importância na história do Brasil, nunca poderão ser esquecidos. Graças ao trabalho de burros e mulas, o Brasil cresceu, evoluiu e se desenvolveu sobre o lombo dos resistentes burros e mulas, foram transportados alimentos e mercadorias diversas.

“A Tropeada dos Muladeiros é uma revitalização da cultura do tropeirismo, na qual, os participantes revivem as dificuldades passadas por seus pais, avós, parentes e amigos para povoar nosso estado”, diz Leandro Lopes, um dos comissários responsáveis pela organização do evento.

O trajeto se deu início na fazenda Nossa Senhora Aparecida, em Darcinópolis, e a previsão de chegada acontece nesta sexta-feira, 28 de Abril, na fazenda Gurupi, próximo a Augustinópolis. O encerramento acontecerá no sábado, dia 29 de Abril, com desfile de Muares pelas principais ruas e avenidas de Augustinópolis.  Após o desfile, acontece a famosa queima de alho e diversas homenagens no Parque de Exposição Dilson Martins de Oliveira.

Traçar um trajeto de 160 km no lombo de um animal, debaixo de sol ou chuva, descreve o amor pela terra; amor por uma tradição de um povo guerreiro, que luta para não deixar cair no esquecimento de nossa geração futura, a luta daqueles que no decorrer de anos construíram nossa morada.


Leandro Lopes – Um dos comissários responsáveis pela organização do evento

*Caroline (Cenário Rural) é jornalista e tem parceria de trabalho com a Universidade Federal do Tocantins (UFT) - Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia (EMVZ) 

Transcrito de http://www.cenariorural.com.br/2017/04/27/5a-tropeada-de-muladeiros-do-norte-do-tocantins/

quarta-feira, 12 de abril de 2017

1ª Semana das Culturas Afro-Brasileiras começa nesta quarta-feira

11.04.2017

Paulo Teodoro

Com o objetivo de apresentar o projeto de extensão “Capoeira para tod@s” ao público e debater o estudo das culturas afro-brasileiras tendo como base os capoeiristas, ocorre nesta quarta e quinta-feiras (12 e 13 de abril) a 1ª Semana das Culturas Afro-Brasileiras. Dentro do evento acontece também o 16º Encontro Anual Casa da Capoeira Saberes Populares. O evento acontece no Auditório II da Unidade Cimba, e é promovido pelos organizadores do projeto de extensão, em parceria com o curso de Geografia, o Centro Acadêmico de Geografia Dina do Araguaia (Cageoda), o Centro Cultural Casa de Capoeira (CCCC), a Escola de Capoeira Brasil - Bélgica (ECBB) e a Diretoria de Desenvolvimento Humano (DDH).

Grupo de capoeira do Câmpus de Araguaina (Foto: Divulgação)


O evento conta com 100 vagas para discentes, docentes e técnicos administrativos da UFT, grupos comunitários, movimentos sociais, e a comunidade em geral. As inscrições podem ser feitas na hora do evento, com uma taxa de simbólica de R$ 10,00 para estudantes e R$ 20,00 para outros participantes. A quantia arrecadada será destinada ao capoeirista Mestre Anzol, para o pagamento do transporte e conservação dos instrumentos musicais, tendo em vista que ele oferece rodas de capoeira gratuitamente às terças e quintas, como parte do projeto de extensão.

De acordo com a professora Fátima Maria de Lima, coordenadora do projeto “Capoeira para tod@s", o evento é importante por levantar a discussão da abordagem das culturas afro-brasileiras no ensino, pesquisa e extensão na Universidade. "Além disso, o evento tem o intuito de divulgar também o Sistema de Informação e Gestão de Projetos (Sigproj) e construir diálogos e avaliações sobre o projeto de extensão, pois recebemos jovens e adolescentes pobres do entorno da UFT, e devemos recebê-los bem, sem preconceitos", afirma.

Projeto Capoeira para tod@s

O projeto de extensão nasceu da necessidade de trazer a pauta sobre as questões étnico-raciais e das culturas afro-brasileiras para a discussão central e no ensino na graduação e teve participação decisiva do professor Francisco Félix dos Anjos Carreiro, mais conhecido como Mestre Anzol. Ele foi uma das várias pessoas que sempre perceberam a abordagem dessas questões e das pessoas diretamente envolvidas, na própria UFT, apenas em datas comemorativas, como o Dia Nacional da Consciência Negra, e o esquecimento no resto do ano.

Por isso, Mestre Anzol procurou a professora Fátima Maria de Lima e levou a demanda e a necessidade de integração dos adolescentes e jovens fora da Universidade com a comunidade acadêmica, discutindo as culturas afro-brasileiras sob a perspectiva da capoeira. "A realidade é de muito preconceito com essas culturas e de grande violência no dia-a-dia desses jovens, a maioria negros, que precisa ser mudada", afirma a professora que revela ainda que a construção do projeto durou cerca de um ano. "Nos meus horários de atendimento na UFT dialogávamos sobre a proposta do projeto e fomos redigindo-o, até que chegamos à execução do projeto", afirma.

Atualmente, o projeto conta com três principais responsáveis. A professora Fátima é a coordenadora e tem a função de fazer a interlocução entre participantes, mestres de capoeira, comunidade acadêmica, estudantes de outras instituições e comunidade em geral. Mestre Anzol é responsável pelos saberes tradicionais e sobre a capoeira da angola e regional, assim como pelos convidados especialistas nesse tema, pelos monitores e instrutores das rodas de capoeira e das oficinas. Além deles, outra pessoa importante é Gilberto Soares da Silva, que divulga as ações do projeto.


Grupo de capoeira - Câmpus de Araguaina (Foto: Divulgação)

O projeto é gratuito, aberto para todos, e envolve rodas de capoeiras, todas terças e quintas-feiras, com 30 vagas. Aos participantes é garantido certificação pelas atividades. A intenção é estabelecer um diálogo de fora da universidade para dentro dela, desconstruindo a centralização do saber. "O Capoeira para tod@s tem relevância social, pois propicia a construção de um espaço de diálogos horizontais na UFT e promove diálogos de saberes tradicionais sobre as Rodas de Capoeira entre os capoeiristas araguainenses, os acadêmicos e a comunidade externa, que porventura venha a participar deste projeto, durante todo o ano letivo de 2017, e, não apenas, em 20 de Novembro, dia da 'Consciência Negra'", ressalta.

Ao todo, o projeto envolverá, além das rodas de capoeira, três oficinas, duas semanas sobre as culturas afro-brasileiras e dois batismos de capoeira.