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quinta-feira, 15 de março de 2018

Gilson Porto Jr e Fernando Mayer Pelicice recebem Prêmio Hilton Japiassu de Excelência em Pesquisa

15.03.2018

Sarah Tamioso

Na tarde dessa quarta-feira (14) foi entregue o Prêmio Hilton Japiassu de Pesquisa no Consuni, os pesquisadores homenageados foram Gilson Porto Jr, como Jovem Pesquisador e o professor Fernando Mayer Pelicice, Pesquisador Sênior. A cerimônia de entrega do prêmio contou com a presença do reitor da Universidade Federal do Tocantins, Luis Eduardo Bovolato, da vice-reitora, Ana Lúcia de Medeiros e do ouvidor Paulo Fernando de Melo, durante o Consuni.



Gilson Porto Jr e Fernando Mayer Pelicice recebem Prêmio Hilton Japiassu
(Fotos: Sarah Tamioso/UFT)

Os ganhadores foram indicados por professores, alunos e técnicos-administrativos por meio do Edital 28/2017  em duas categorias: Categoria Jovem Pesquisador, para os professores que sejam doutores há menos de 05 anos; e Categoria Pesquisador Sênior, para os professores que sejam doutores há mais de 05 anos.

Pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação, Raphael Sanzio, conta que essa “é uma forma de incentivar, tanto as pessoas que estão iniciando a carreira como pesquisador, quanto valorizar os pesquisadores já consolidados”, e que a intenção do prêmio é promover mais pesquisas e enriquecer o currículo dos pesquisadores da Universidade.

Hilton Japiassu

O “Prêmio Hilton Japiassu de Excelência em Pesquisa” tem por finalidade reconhecer e distinguir os pesquisadores da UFT que tenham se destacado na pesquisa. O prêmio é uma homenagem à memória do emérito professor Hilton Japiassu que passou toda a sua infância e início da adolescência na cidade de Porto Nacional (TO). Após sua partida da cidade tocantinense, Hilton Japiassu veio a tornar-se o mais importante nome na área de epistemologia das ciências humanas no Brasil. Os livros do autor, publicados por editoras de renome nacional, continuam sendo reeditados. A trajetória intelectual, além do título de Doutor e Pós-Doutor por universidades francesas, inclui ainda a tradução do francês de mais de 15 livros, incluindo obras do filósofo Paul Ricoeur, considerado por muitos o maior filósofo da atualidade.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Lançada a 29ª edição do Prêmio Jovem Cientista

24.10.2017

Coordenação de Comunicação Social do CNPq

Documento foi assinado nesta terça-feira, dia 24, pelo CNPq, Fundação Roberto Marinho, Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e Banco do Brasil. Tema desta edição será "Inovações para a conservação da natureza e transformação social"



Foi assinado nesta terça-feira, dia 24, termo de cooperação entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério de Ciência e Tecnologia, Fundação Roberto Marinho, Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e Banco do Brasil, para a realização da 29ª edição do Prêmio Jovem Cientista.


Assinatura acordo

Presidente do Confap, Maria Zaira Turchi;; Jailson Bittencourt, secretário  do MCTI; presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffareli; ministro Kassab, presidente do CNPq, Mario Neto Borges; presidente do Conselho Curador da Fundação Grupo Boticário, Miguel Krigsner; secretário-geral da Fundação Roberto Marinho, Hugo Guimarães Barreto Filho e secretária-executiva do Grupo Boticário.  . 

O tema da 29ª edição será Inovações para a conservação da natureza e transformação social. Cinco categorias são premiadas: Mestre e Doutor; Estudante do Ensino Superior; Estudante do Ensino Médio, Mérito Institucional e Mérito Científico para um pesquisador doutor que, em sua trajetória, tenha se destacado na área relacionada ao tema da edição.


As inscrições serão abertas em 2018

A consolidação da parceria aconteceu com a presença do Ministro da Ciência Tecnologia Comunicações e Inovações, Gilberto Kassab, que ressaltou a importância de incentivar os jovens a fazer ciência.  "Não há nenhuma hipótese de um país superar a crise, em especial na questão econômica, se não tiver um investimento muito grande em ciência", afirmou o ministro.

Para o presidente do CNPq, Mário Neto Borges, o prêmio faz diferença para o país pela abrangência e investimento nos jovens. "É a juventude que pode trazer mais energia, criatividade e soluções para os problemas brasileiros."

Segundo ele, as edições do prêmio já mostraram que o talento está em qualquer lugar do Brasil e abrange todos os gêneros.  Mário Neto Borges citou exemplos de vencedores de edições anteriores do prêmio, alguns deles com carreiras de sucesso no exterior, e suas contribuições para a ciência.  "Esse prêmio é o motor de dois pilares muito importantes para o país: a geração de riqueza e a resolução de problemas. É no jovem cientista que está o talento e a oportunidade para mudar o Brasil".

O secretário-geral da Fundação Roberto Marinho, Hugo Guimarães Barreto Filho, destacou a importância do tema desta 29ª edição do prêmio, que busca inovações para conservação da natureza e transformação social. "O prêmio é uma possibilidade de oferecer universos de pesquisa e estimular o jovem a entender que a ciência não é só um ¿hobby¿ momentâneo, mas um caminho de inserção e ascensão social".

O presidente do Conselho Curador da Fundação Grupo Boticário, Miguel Krigsner, reforçou que o principal objetivo da parceria é apoiar o jovem cientista, que muitas vezes não tem o mínimo recurso para seu desenvolvimento. Já o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTIC, Jailson de Andrade, ressaltou que o Prêmio Jovem Cientista é um descobridor de talentos desde 1981 e citou outras iniciativas do ministério que têm o mesmo objetivo, como a Olimpíada Brasileira de Matemática.

Para o presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffareli, é uma obrigação do país e das empresas se envolverem em um projeto como o Jovem Cientista. "Temos de ter parcerias que possam fazer com que o Brasil consiga projetar seus talentos, principalmente aqueles de regiões menos favorecidas, que não têm o devido apoio".


O Prêmio

Instituído em 1981, o Prêmio Jovem Cientista tem o objetivo de revelar talentos, impulsionar a pesquisa no país e investir em estudantes e jovens pesquisadores que procuram soluções inovadoras para os desafios da sociedade. Considerado um dos mais importantes reconhecimentos aos cientistas brasileiros, o prêmio apresenta, a cada edição, um tema importante para o desenvolvimento científico e tecnológico, que atenda às políticas públicas e seja de relevância para a sociedade brasileira.

A gerente de Meio Ambiente da Fundação Roberto Marinho, Georgia Pessoa, ressalta que o Prêmio Jovem Cientista reconhece a importância da pesquisa científica e da inovação para o desafio de construir um país mais justo e sustentável, com melhor qualidade de vida para todos. "Nesse sentido, parcerias como as que firmamos para esse prêmio, realizado desde 1981, precisam ser mantidas e ampliadas, para que nossos jovens pesquisadores prossigam na missão de encontrar soluções para os desafios de hoje e os de amanhã", afirma.

Umas das novidades desta edição do Prêmio é a parceria com o Banco do Brasil e o Grupo Boticário. "Para nós do BB, investir em pesquisa é fundamental. Ao fazer isso, estamos investindo nos nossos talentos, nos pesquisadores que estão construindo o futuro. Acredito que o prêmio será um grande fornecedor de inovação para indústria financeira também", destaca Paulo Caffarelli, presidente do Banco do Brasil. 

Segundo o presidente do Conselho Curador da Fundação Grupo Boticário, Miguel Krigsner, também um novo parceiro do Prêmio, a Fundação atua para que a conservação da natureza ganhe relevância na sociedade e que esteja integrada na tomada de decisão dos diversos setores, investindo há quase 30 anos em pesquisas na área. "Disseminamos novas soluções e estratégias de conservação, compartilhamos conhecimento, firmamos parcerias e engajamos pessoas. Nosso apoio ao Prêmio Jovem Cientista é uma dessas parcerias, na qual estamos incentivando a conservação entre os jovens para que eles levem essa prática para o futuro", completa.


Conheça as linhas de pesquisa

Na 29ª edição do Prêmio Jovem Cientista, estudantes do ensino superior, mestres e doutores poderão inscrever trabalhos relacionados a uma das seguintes linhas de pesquisa:

1. Benefícios socioeconômicos gerados por unidades de conservação e demais áreas protegidas
2. Biodiversidade, serviços ecossistêmicos e bem-estar humano
3. Empreendedorismo e modelos de negócios para a inclusão digital e uso sustentável de recursos naturais
4. Incentivos econômicos para a conservação e o uso sustentável da natureza
5. Inovações para a conservação e o uso sustentável da natureza
6. Inovações para a inclusão digital da sociedade brasileira
7. O papel da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos na adaptação às Mudanças do Clima
8. Práticas inovadoras em educação, comunicação e divulgação sobre biodiversidade
9. Produção e consumo ambientalmente sustentáveis
10. Tecnologias digitais para transformação social
11. Tecnologias para incentivar a prática de economia colaborativa e sustentável.


Já na categoria Ensino Médio, poderão ser inscritos trabalhos relacionados a uma das seguintes linhas de pesquisa:

1. Comunicação e mobilização para a valorização de áreas protegidas
2. Empreendedorismo e soluções locais para a conservação e o uso sustentável da natureza
3. Inovações para a conservação da natureza e o uso sustentável no ambiente escolar
4. Práticas inovadoras em educação ambiental e conservação da natureza
5. Tecnologias digitais para a conservação da natureza
6. Tecnologias digitais para transformação social

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Proex promove curso para vencedores do Prêmio de fotografia da UFT

24.08.2017

Samuel Lima

Foto de Liziane Silva Cruz, do Câmpus de Miracema, na categoria Paisagem

Os vencedores da segunda edição do Concurso de Fotografia da UFT – Olhar UFT começam, nesta sexta-feira (25), a desfrutar da premiação pela vitória e destaque no Concurso. A Pró-reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Comunitários (Proex) promove até sábado (26) um curso de fotografia presencial para os vencedores, no Câmpus da UFT em Palmas. Ao todo serão nove participantes, entre alunos, técnicos administrativos e professores, dos câmpus de Arraias, Gurupi, Miracema, Palmas, Porto Nacional e Tocantinópolis. O curso de fotografia será ministrado pela Diretora de Cultura, professora Sandra Rodrigues e terá uma carga horária total de 12 horas/aula.

Segundo a Proex, além do curso haverá também o lançamento da exposição Olhar UFT nesta sexta, dia 25 de agosto. A exposição ficará baseada na Biblioteca Central do Câmpus de Palmas, e contará com a presença dos participantes do concurso. Para a diretora de Assuntos Comunitários, Eliane Aires, a exposição estimula o sentimento de pertencimento em relação à Universidade. “Ela retrata como olhamos, vivemos e somos enquanto comunidade acadêmica e a intenção da Proex é levar a exposição Olhar UFT a todos os câmpus, para que toda a comunidade acadêmica tenha acesso”, enfatizou.

Rodrigo Mamédio, estudante do Câmpus de Miracema do Tocantins e um dos premiados no 2ª Concurso de Fotografia - Olhar UFT, o curso proporcionará uma capacitação importante. "O curso dá aos participantes a oportunidade de se especializar mais um pouco na questão da fotografia. É um importante conhecimento a mais não só na parte teórica mas também na parte prática", diz o estudante. Mamédio foi um dos vencedores na modalidade Vida Acadêmica.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

PIBID de História de Araguaína realiza o Cine Enem

19.06.2017

Rosária Nakashima
         
O PIBID é um programa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) que tem por finalidade fomentar a iniciação à docência, contribuindo para o aperfeiçoamento da formação de docentes em nível superior e para a melhoria da qualidade da educação básica pública brasileira.

Desde setembro de 2016, o PIBID de Históra de Araguaína desenvolve suas atividades pedagógicas no Colégio Estadual Silvandira Sousa Lima, integrando os acadêmicos de História no cotidiano de escolas da rede pública de educação, proporcionando-lhes oportunidades de criação e participação em experiências metodológicas, tecnológicas e práticas docentes de caráter inovador e interdisciplinar, conforme orientações da Capes.

Semanalmente, a Coordenadora do PIBID da UFT, Profa. Rosária Helena Ruiz Nakashima, a supervisora da escola Profa. Isabella Cristina Aquino Carvalho e os nove bolsistas (Andreza Silva de Almeida, Djailton Bandeira Rodrigues, Douglas Castro Costa, Iara Luzia Ferreira Soares, João Marcos Alves Lima, João Marcos Silva de Lima, Marcelo Barbosa, Michael Douglas Carreiro de Sousa e Regina Barros Gomes) se reúnem para fazer a discussão de textos relacionados à pedagogia e ao ensino de História. Além disso, fazem o planejamento das ações pedagógicas a fim de promover a integração educação superior e educação básica.

No Projeto Político-Pedagógico do Colégio Silvandira foi inserido o desenvolvimento de práticas de ensino que contribuam para a preparação do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). A Profa. Isabella propôs ao PIBID planejar atividades que envolvam a seleção de filmes com temáticas que ilustrem conteúdos da História que são exigidos no ENEM e, assim, surgiu o “Cine ENEM”.

Os bolsistas do Pibid e a Profa. Isabella selecionaram os filmes e se apoiaram nas questões anteriores do Exame para planejarem o Cine ENEM, organizando um cronograma para exibição dos filmes, no período vespertino, nas dependências do Colégio:

·      06/06- Mauá - O Imperador e o Rei (1999), dirigido por Sérgio Rezende

·      14/06- Guerra de Canudos (1997), dirigido por Sérgio Rezende

·      20/06- Olga (2004), dirigido por Jayme Monjardim

·      22/06- Vermelho Brasil (2013), dirigido por Sylvain Archambault


Para a Profa. Rosária Nakashima “o Cine ENEM tem sido um espaço para levantar discussões políticas, sociais e históricas, contribuindo para o processo de formação de opiniões críticas, de forma dinâmica e criativa, envolvendo os estudantes do ensino médio e os pibidianos”.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Imagens vencedoras do I Prêmio de Divulgação Científica comporão exposição itinerante

22.03.2017

Lukas Ramos e Samuel Lima
   
Nesta quarta-feira (22), durante a reunião ordinária do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) no auditório do Bloco IV, no Câmpus de Palmas, ocorreu a entrega do I Prêmio UFT de Divulgação Científica, organizado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesq). As imagens vencedoras vão compor uma exposição itinerante que, primeiro, circulará pelos câmpus da UFT e depois ficará em locais públicos de grande circulação de pessoas.

Sandra Mara, uma das premiadas, ao  lado do diretor de Pesquisa, Guilherme Nobre
(Lukas Ramos/Dicom)

O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, professor Raphael Sanzio, destaca que o Prêmio valoriza o trabalho de professores e alunos que desenvolvem pesquisas na UFT. "É uma forma também de incentivá-los a buscar excelência e promove a divulgação dos trabalhos que desenvolvemos aqui para a comunidade". Sanzio pontua que os conjuntos de imagens serão disponibilizados em exposição que percorrerá todos os câmpus, devendo ficar em cada uma das cidades por cerca de dois meses. "Depois de passar por todos os câmpus, as fotos serão distribuídas em locais de grande circulação de pessoas, como shoppings, em eventos como a Agrotins e outros", disse o pró-reitor. Ele enfatizou ainda a importância da premiação para pontuação no currículo dos participantes premiados. "E até os cursos de pós-graduação, se os premiados estiverem vinculados a eles, podem também pontuar pela promoção de atividades de inserção social, com divulgação da ciência", disse Sanzio.

Segundo o diretor de Pesquisa da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesq), Guilherme Nobre Lima do Nascimento, o prêmio tem por objetivo divulgar para a sociedade os trabalhos realizados na UFT. “Evidenciando esses projetos para a comunidade mostramos o papel da Universidade em fazer a diferença na vida dos tocantinenses, pois conseguimos muitas mudanças e trazemos desenvolvimento através das nossas pesquisas”, declara.

O vice-coordenador do Doutorado em Rede em Biotecnologia e Biodiversidade (Bionorte), Emerson Guarda, foi premiado pelo trabalho “Biodiversidade e potencial de uso de basidiomicetos formadores de cogumelo de ocorrência em comunidades ribeirinhas na Amazônia paraense”, na categoria “Melhores trabalhos UFT”. “O benefício desse prêmio é o reconhecimento e a divulgação dos trabalhos para a comunidade científica e, também, para a comunidade externa, que passa a conhecer as pesquisas que estão sendo feitas com o apoio da Universidade”, pontua Guarda.

Categorias

No total foram distribuídos seis prêmios, divididos em três categorias. Na categoria “Melhor trabalho externo à UFT” o vencedor foi “Pelas águas do Rio Tocantins”, do Dr. Marcelo Fulgêncio, da Universidade Federal de Sergipe (UFS) .O trabalho “Interação ecológica entre a vegetação do cerrado e o distúrbio com fogo”, do Dr. Raphael Pimenta e Eskálath Ferreira, ganhou nas categorias “Melhor fotografia pelo voto popular” e “Melhores Trabalhos UFT”.  Os trabalhos “Avaliação in vitro da atividade antimicrobiana e do potencial citotóxico do gel aloe vera: uma discussão sobre o uso em queimaduras”, de Julliany Dias e Gabriela Lacerda; “Estudo microclimático da arborização urbana de Gurupi-To”, do Dr. André Ferreira, Claudia Perez e Layla Santos; e “O entardecer da… vida! A administração do tempo na velhice”, autoria de Sandra Mara Silva também foram premiados na categoria “Melhores Trabalhos UFT”.

Confira, abaixo, uma galeria com os premiados e as imagens vencedoras do Prêmio:






























quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Pesquisadores de Zootecnia recebem o Prêmio Hilton Japiassú

27.10.2016

Daniel dos Santos

Na manhã desta quarta-feira (26), os pesquisadores José Neuman Miranda Neiva e Fabrícia Rocha Chaves Miotto receberam o Prêmio Hilton Japiassú, nas categorias Pesquisador Sênior e Jovem Pesquisador, respectivamente. O prêmio é promovido pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesq) da Universidade Federal do Tocantins (UFT).


Pesquisadores José Neuman Miranda de Oliveira e Fabrícia Rocha Chaves Miotto
que receberam o Prêmio Hilton Japiassú (Foto: Elini Oliveira)

José Neuman é professor no curso de Zootecnia, no Câmpus de Araguaína, e dividiu os méritos com os estudantes. “O prêmio só acontece pela colaboração dos alunos de graduação, mestrado e doutorado”. Ele acrescentou que os programas de iniciação científica são a mola mestra para o desenvolvimento da pesquisa e ciência na universidade.

Fabrícia Miotto também é professora de Zootecnia e se disse orgulhosa por ser egressa do curso. “Eu me descobri nessa instituição. Como ex-aluna, como pessoa do Tocantins, eu sinto que a minha função vem se potencializando aqui dentro. Quem faz a universidade são as pessoas. Nós vamos passar, mas a instituição fica e é importante para o desenvolvimento do Tocantins”. Além da graduação, Fabrícia cursou o primeiro mestrado da UFT: Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal Tropical.

O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Raphael Sanzio, disse que espera que os professores sejam cada vez mais reconhecidos e incentivados a fazer pesquisas e orientar os estudantes. “O prêmio é uma forma de prestigiar e incentivar os pesquisadores da UFT. É interessante que o prêmio reconhece não apenas os pesquisadores de carreiras mais consolidadas, mas também os professores mais jovens, a fim de incentivá-los nessa difícil missão que é fazer pesquisa”.

Prêmio Hilton Japiassú

O nome da premiação é uma homenagem a Hilton Japiassú, filósofo e professor aposentado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), mas que passou parte da infância e adolescência em Porto Nacional (TO). Hoje é considerado como um dos nomes mais importantes na área de epistemologia das Ciências Humanas no Brasil.

A categoria Jovem Pesquisador é para professores que sejam pesquisadores há menos de cinco anos, enquanto a categoria Pesquisador Sênior premia professores que sejam doutores há mais de cinco anos.

Transcrito de http://ww2.uft.edu.br/ultimas-noticias/16972-pesquisadores-de-zootecnia-recebem-o-premio-hilton-japiassu

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Zootecnista recebe Prêmio Destaque


O professor Emerson Alexandrino, do curso de Zootecnia do Câmpus de Araguaína - EMVZ, foi premiado Zootecnista Destaque na Amazônia Legal 2016, pelo III Congresso de Zootecnia da Amazônia, em Paraupebas (PA), dia 15 de outubro.