Mostrando postagens com marcador Aula Inaugural. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aula Inaugural. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 4 de abril de 2018

PPGDire: Aula Inaugural 2018.1

04.04.2018

O Programa de Dinâmicas Populares e Dinâmicas Regionais (PPGDire) divulga sua Aula Inaugural, a ser realizada na próxima 6ª feira, às 19 horas, no Auditório do Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL)


sexta-feira, 9 de março de 2018

Programa de Aprimoramento em Medicina Veterinária reinicia suas atividades com aula inaugural

09.03.2018

Sarah Tamioso

Aula Inaugural do Programa de Aprimoramento em Medicina Veterinária PAPMV
(Foto: Sarah Tamioso-UFT)

Na tarde dessa sexta-feira (9) foi realizada a cerimônia da aula inaugural do Programa de Aprimoramento Profissional em Medicina Veterinária na Unidade EMVZ do Câmpus de Araguaína. O objetivo do Programa é a formação de profissionais aptos a elaborar diagnósticos, tratamentos e formas de controle das doenças que atingem os animais. Também faz parte do objetivo proporcionar aos médicos veterinários conhecimentos estritamente práticos e específicos, necessários para o ingresso no mercado de trabalho.

Jhany Vieira de Souza, recentemente formada em Medicina Veterinária pela UFMA e aluna do Programa, conta que “com o programa de aprimoramento pode-se pôr em prática o conhecimento adquirido na faculdade e isso vai beneficiar muito nosso futuro profissional”, ressalta.

O Programa de Residência reinicia suas atividades em Araguaína e para Daiane Michele Frans, formada pela UFT e participante da primeira residência da instituição, sua experiência “foi um crescimento pessoal e profissional extremamente grande e importante, e eu posso dizer com grande convicção de que só é possível pra nós, médicos veterinários, diante de um programa de residência ou de aprimoramento como esse que está reiniciando agora”, destaca.

O reitor Luis Eduardo Bovolato afirmou que “a reabertura do Programa de Aprimoramento em Medicina Veterinária é bastante positivo sob todos os aspectos, porque essa estrutura é, sem dúvida, um espaço de formação. É um estágio depois da graduação onde os médicos veterinários terão a oportunidade do aprimoramento técnico para sua futura vivencia profissional e estamos contentes de termos contribuído com essa retomada”, pontua.

Estiveram presentes na cerimônia, o reitor da Universidade Federal do Tocantins, Luis Eduardo Bovolato, diretor do Câmpus de Araguaina, José Manoel Sanches da Cruz Ribeiro, coordenador do Curso de Medicina Veterinária, Jorge Luís Ferreira, coordenador do Programa de Aprimoramento, Thiago Barbalho Lima, gerente da Clínica Veterinária Universitária, Cláudio Almeida Feitosa e a Assessora de Assuntos Estratégicos Kênia Ferreira Rodrigues.

Aulas

Na ocasião foram ministradas duas Aulas Magnas, a primeira ministrada pela professora Ana Paula Coelho Ribeiro, com o tema “Programa de Residência em Medicina Veterinária na UFT”, e a segunda com o tema “Selo de certificação dos Programas de Aprimoramento pelo CFMV”, ministrada pelo professor Marco Augusto Giannoccaro.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

PPGCat convida para a aula inaugural

26.02.2018
O Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal Tropical (PPGCat), através da coordenação, convida a todos para a aula inaugural de abertura do semestre 2018.1. Os temas a serem tratados são: 

a) O compromisso com a formação acadêmica e com a ciência - Prof. Dr. João Restle;  

b) O que é preciso saber sobre normas, prazos e bolsas do  Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal Tropical -/ UFT-  Profª. Fabrícia Rocha Chaves Miotto. 

Data: 02/03/2018 (sexta-feira) às 14h30.

Local: Auditório do PPGCat

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Andrade: 'A vida boa é fundada em envolvimento no bem comum'

21.04.2017

Antonio Carlos Ribeiro

A aula inaugural do Programa de Pós-Graduação em Demandas Populares e Dinâmicas Regionais (PPGDire), da Universidade Federal do Tocantins (UFT), Câmpus de Araguaína, teve a mesa de abertura composta pelo Prof. Dr. Miguel Pacífico Filho, Coordenador, a Chefe de Gabinete Ianed Luz, representando a Direção do Câmpus, e a Profª Drª Thelma Pontes Borges, Vice-Coordenadora.



A aula ministrada na 5ª feira, dia 20, por Jônatas Andrade, Juiz do Trabalho e Prêmio de Direitos Humanos da Presidência da República, na categoria 'Erradicação do Trabalho Escravo', e que trata da 'Jurisdição de Fronteira e Trabalho Escravo', o  atualíssimo tema que vincula a região norte do Brasil, após mais de dois milênios, à mais cruel forma de exploração do trabalho humano.



A frase inicial de Andrade ganha densidade humana e prática quando ele convida os presentes a trocarem experiências a partir da visão compartilhada, evocando o princípio constitucional da 'Reparação Integral', lembrando que jurou defender e aplicar a Constituição. E elogiou o PPGDire por inserir-se no debate, a partir do impacto que esse tema provoca no desenvolvimento regional.

O fato do tema ter nas universidades públicas novo espaço de discussão sociológica, política, legal e de desenvolvimento humano regional é significativo, já que a riqueza do subsolo pertence ao país - mesmo explorado por empresa avaliada em até R$ 15 bilhões e privatizada por R$ 3.338.178.240 em 1997 - dado consubstanciado que suscita perguntas sobre os baixos Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) em municípios da região, apesar da alta lucratividade.



A situação crescente desde os anos 80, se assemelha à de um país que não tem poderes republicanos, apenas interesses circunstanciados em bilhões de dólares, com a 'exploração' - no sentido do minério e do trabalho humano - ao arrepio da legislação e, agregando aos referidos poderes, os personagens do mundo da segurança e das grandes empresas.

É nestas circunstâncias que visceja nesta região um terreno fértil para a exploração do trabalho escravo, enfatizou o magistrado. A atitude mais conivente é a da invisibilidade do conflito e, consequentemente, da ausência de tratamento das suas causas. A baixa frequência do assunto na pauta da mídia, apesar da gravidade, é que determina que o trabalho escravo não seja um 'crime visível'.

As sanções pelo crime de exploração de pessoas são o pagamento de cestas básicas à vítima e sua família, mas isso sequer toca na questão defesa da dignidade do cidadão humilhado a partir de sua condição social. Por isso ele defende que a sanção deve incluir o empoderamento da vítima e a necessária visibilização do problema para a comunidade.

Só nestas situações, a sociedade entenderá os efeitos maléficos para a cidadania. E só terá eficácia quando a sociedade ajudar a promover os mecanismos de integral recuperação da vítima, enfatiza. E se dirige aos pós-graduandos, afirmando que a pesquisa e a publicação dos seus resultados pode tornar visível esta realidade e ajudar no empoderamento das vítimas. 

Em seguida, Andrade mostrou sequências de imagens da região de Carajás, do entorno das cidades de Marabá e Parauapebas/PA, das estradas pelas quais a mineradora transporta trabalhadores, em que o crime do trabalho escravo ou em condições análogas é praticado.

O complexo de Carajás compõe o entorno da cidade de Marabá

em que se destaca o Pólo de Extração de minérios da maior companhia mineradora

da hora que acordam à que vão dormir, os trabalhadores têm turno de 12h., das
quais 4h no transporte

Andrade insistiu que a Academia acompanhe com pesquisas essa luta pela redução de litigiosidade entre os pólos de poder econômico e os cidadãos comuns que se vêem obrigados a entregar a vida em troca da sobrevivência precária. Anunciou também que os temas a serem pesquisados nesta Pós-Graduação, em linhas de pesquisas limítrofes como 'Jurisdição de Fronteira', já podem ter suas propostas recebidas, avaliadas e aprovadas em órgãos colegiados como a Comissão Estadual para a Erradicação do Trabalho Escravo (COETRAE).

São estes setores que debatem a reparação de lesões, o diálogo com a sociedade, o apoio ao Ministério Público do Trabalho (MPT) e ações que vão do cadastro de projetos de prevenção, à repressão ao trabalho escravo e às boas práticas de inclusão social do trabalhador. 

E foi incisivo: 'a Academia não pode viver um autismo social'. Se não, nós os atores envolvidos nesta luta corremos o risco de perder o prestígio da sociedade, de nos tornarmos anacrônicos e de desaparecermos socialmente.

Filme Ameaçados, sobre trabalho escravo no Pará
(Fotos: Antonio Carlos Ribeiro/UFT)

sexta-feira, 14 de abril de 2017

sábado, 20 de agosto de 2016

Aula inaugural do PROFHISTÓRIA

20.08.2016


Inscrições: Secretaria do Mestrado Profissionalizante em História - Alessandra - Tel. 63 2112 2286